JORNALISTA MORENA PRATA PASSOU PELO VALE DA MORTE E DEUS SALVOU A SUA VIDA RESTAURANDO A SUA SAÚDE!

NESTA SEGUNDA-FEIRA, 04/11, A JORNALISTA CONHECIDA TAMBÉM COMO “ALEGRIA DO POVO” PODE RECEBER ALTA HOSPITALAR

A jornalista Morena Prata, esposa do jornalista Mário Prata, proprietária do Jornal A Voz do Povo, doente há quase um mês e fazendo automedicação e sem permitir que a Família a levasse ao hospital fez o seu quadro de saúde se agravar dia a dia.

Domingo, 27/10/19, às 20hs e 40 min, o jornalista Mário Prata recebeu uma ligação do filho do casal informando que Morena Prata estava internada no Hospital do Céu Azul, em Valparaíso de Goiás, no Entorno de Brasília.
Morena Prata deu entrada às 16 hs, mas o esposo só foi avisado às 20hs e 40 min, e logo se dirigiu para o hospital, onde por volta de uma hora da madrugada, o médico informou que era necessário transferi-la porque o Hospital do Céu Azul não tinha condições e estrutura hospitalar para atende-la porque necessitava de transfusão de sangue.

A jornalista apresentava um quadro grave de hemorragia, pneumonia, infecção urinária, grave anemia, grave desidratação e glicemia alta. Ela estava fraquíssima, olhos brancos, língua branca, tremedeira, sede absurda, dificuldade na fala, tontura, ânsia de vômito, visão turva, entre outras coisas.

O seu esposo e o seu filho decidiram leva-la de carro particular para o Hospital de Santa Maria-DF, e chegando lá não tinha cadeira de rodas para transportar a paciente do carro para a sala de classificação. A Morena Prata reuniu forças e abraçada ao esposo e ao filho levada arrastada ao local de classificação e não de atendimento, porque para ser atendida precisava receber a pulseira vermelha.

Após examiná-la a enfermeira informou que a pulseira vermelha era somente para pacientes baleados e esfaqueados, e, que por isso, a cor da sua pulseira seria laranja. Em outras palavras ela estava dizendo que mesmo em estado grave a Morena Prata não seria atendida.

O esposo e o filho decidiram leva-la imediatamente para o Hospital do Gama-DF, onde chegou por volta de 4 horas da madrugada, ou seja, para quem entrou às 16 horas no Hospital do Céu Azul-GO, os familiares estavam há 12 horas com a MATRIARCA da Família Prata em estado grave perambulando de hospital em hospital.

Ao chegar no HRG-Hospital Regional do Gama-DF, ela foi rapidamente atendida, mas o médico mesmo com os exames feitos no Hospital do Céu Azul mostrando a necessidade imediata de transfusão de sangue, disse que prescreveria a transfusão somente após exames feitos no Hospital do Gama, o problema é que o resultado sairia em duas horas.

Atitude desnecessária e desumana que quase custou à preciosa vida da paciente, haja vista que o médico tinha em mão os exames feitos no Hospital do Céu Azul.

Sem saber o que fazer o esposo e o filho a levaram para o laboratório do próprio hospital, tal, como, solicitado pelo médico plantonista, mesmo sabendo, que talvez, ela não suportasse aguardar duas horas até sair o resulto.

O outro problema é que ela já não tinha mais forças para andar e mal conseguia falar, por isso necessitava de uma cadeira de rodas, que naquele momento não tinha nenhuma disponível.

O problema foi solucionado por um jovem que estava numa cadeira de rodas com o pé quebrado. O rapaz é um ex-detento do Presídio Sucupira, em Valparaíso de Goiás. Ele fraturou o pé num acidente de moto após uma fuga mal sucedida, pois, segundo ele, se apavorou quando viu uma viatura da Polícia Militar.

A cadeira era dele e não do hospital, mesmo assim, e sem conhecer a Morena Prata e seus familiares, ele ficou sensibilizado com o sofrimento dela e cedeu a cadeira, e saiu pulando no corredor do hospital num só pé. Que maravilha, Deus! Que lição para o jornalista policial Mário Prata que no passado era envolvido com esquadrões da morte e grupos de extermínio e, atualmente, gosta de xingar pessoas envolvidas com o submundo do crime. Aprenda Mário Prata! Veja quem Deus usou para ajudar a sua esposa na hora da aflição da “dona morte!"

Feito os exames a Morena Prata ainda aguentou por uma hora com falta de ar e balbuciando algumas palavras, de repente, começou a fazer confusão mental pedindo socorro para o marido leva-la para o hospital, em alguns momentos balbuciava: “fofo, eu estou partindo, fofo, eu estou partindo!”

Ao perceber que ela perdeu a noção de onde estava o jornalista Mário Prata percebeu que chegou o limite entre a vida e a morte e disse para o filho:

- Carlos Eduardo bóra botar em prática a operação invasão! Você bate na porta da semi-UTI e quando a enfermeira abrir só uma brecha você mete a mão e abre a força, então eu entro empurrando a cadeira de rodas e segurando o soro.

- Beleza, pai! Vamos para operação invasão!

Fizeram da maneira como combinaram e as enfermeiras da semi-UTI se apavoraram com a invasão que poderia custar a vida de outros pacientes também em estado grave.

Logo iniciou uma discussão das enfermeiras dizendo que não tinha médico e que a Família é que teria que encontra-lo. Irritado o jornalista Mário Prata retrucou:

- O caramba que nós vamos procurar o médico! Estamos dentro de um Pronto-Socorro com uma paciente com hemorragia e quase entrando em coma, e quem vai procurar o médico são vocês enfermeiras, e sem demora porque eu já estou começando a me estressar.

Como num passe de mágica o médico apareceu, era outro, não o que pediu novos exames. Esse sim era atencioso, humano, educadíssimo, um anjo enviado por Deus, e ao olhar os exames disse para as enfermeiras:

- Preparem o leito o estado da paciente é muito grave, e precisa de transfusão de sangue imediatamente.

Logo a Morena Prata foi transferida da cadeira de rodas para a cama e começaram a entuba-la e pediram para a Família sair da semi-UTI. Essa foi a hora que o coração do esposo e Mário Prata partiu de dor e sofrimento, ele deu um beijo nos lábios da esposa, ela tentou corresponder, mas estava tão fraca que sequer conseguiu dar um “selinho” no marido.

Com o coração dilacerado ele ia saindo, mas voltou e deu outro “selinho” na esposa, que gelada e branca parecia apenas um corpo sem vida, a língua, os lábios e os olhos estavam tão brancos que pareciam ser de cera.

O último ato de despedida mesmo sendo “expulso” pelas enfermeiras o Mário Prata beijou a testa da Morena Prata e saiu. Naquele momento ele disse a Deus.

- Meus Deus e Deus meu, em 27 anos de casamento eu nunca voltei para casa sem a minha esposa. Fiz tudo para salvar a sua vida, mas gora não posso fazer mais nada a Morena Prata está nas Suas Mãos, Senhor. Assim como o Senhor já me livrou das garras da “dona morte” várias vezes também vai livrar a minha esposa. Tenho certeza que essa não é última vez que vejo a minha esposa e logo, logo, a Morena Prata volta para casa com a Família.

A partir daí o que restava era confiar nos médicos e Deus acima de tudo e de todos! Restava ainda colocar o capacete, subir na sua moto e voltar sozinho para a residência da Família Prata. Todos sabem que o jornalista Mário Prata costuma andar com a viseira do capacete levantada, mas, desta vez, ele abaixou para ninguém perceber que as lágrimas jorravam dos olhos lavando a sua face triste e sofrida.

A semana foi sofrida e a Família formou uma força-tarefa para não deixar a Morena Prata sem acompanhante. Durante uma semana 24 horas por dia um familiar permanece ao lado dela. Acabou hemorragia provocada por 05 úlceras no estômago e a infecção está regredindo, a hemoglobina está voltando ao índice normal e a desidratação não existe mais.

Neste sábado (01/11), a médica informou que na próxima segunda-feira (04/11), vai repetir os exames para ver se a tarde é possível dar alta hospitalar.
A Família Prata agradece primeiramente Deus, e depois aos médicos, e todos que de alguma forma ajudaram ou tentaram ajudar e os familiares e amigos (as) que estão orando e torcendo pela a cura da jornalista Morena Prata, Alegria do Povo.

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