CORPO DE HOMEM DESAPARECIDO É ENCONTRADO EM CARRO, NO FUNDO DE RIO, EM LUZIÂNIA-GO, NO ENTORNO DE BRASÍLIA

Familiares de Gilberto da Silva Santos estavam sem notícias desde sábado (13/7). Ele teria sido visto pela última vez em um bar.


O corpo de um homem de 39 anos foi encontrado dentro de um carro, no fundo do Rio São Bartolomeu, nesta terça-feira (16/7), no Entorno do Distrito Federal. Os bombeiros de Luziânia (GO) atuaram nas buscas durante mais de 30 horas. A vítima, Gilberto da Silva Santos, 39 anos, trabalhava como tratador de bois em confinamento, em uma fazenda na região. A ocorrência foi registrada como acidente de trânsito com morte e provocado pela própria vítima. 

Gilberto estava desaparecido desde sábado (13/7), quando saiu de carro sem dar notícias. Na segunda-feira (16/7), o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO) deu início às buscas. A região onde ocorreram os trabalhos fica na zona rural de Luziânia. O veículo da vítima, um Fiat Uno vermelho, foi encontrado perto do trecho da GO-010 que passa por cima do rio

Segundo familiares, Gilberto não tinha histórico de transtornos psicológicos. Ele teria sido visto pela última vez em um bar de Luziânia, por volta das 2h de segunda-feira (16/7). O tenente Gabriel Lins, do CBMGO, afirmou que o tamanho da área dificultou os trabalhos de busca. “Percorremos, pela rodovia, o trecho da fazenda em que ele trabalhava até o rio, principalmente perto de barrancos e curvas. Como o sol estava a pino, por volta de 11h30, encontramos a silhueta do carro dentro da água”, detalhou.

Dois mergulhadores entraram na água e constataram que se tratava de um Fiat Uno vermelho, tal como o de Gilberto, submerso a uma profundidade de, aproximadamente, 4 metros, e com as rodas viradas para cima. “O teto estava muito amassado e não havia acesso pelo barranco. Precisamos contratar um guincho particular, que puxou o veículo por cima da ponte”, continuou o tenente Lins.
 
O carro foi erguido por cerca de 8 metros, da margem do rio até a ponte. A equipe precisou cortar o teto do automóvel para conseguir tirar o corpo da vítima, que estava presa às ferragens. Os familiares reconheceram o corpo e os cuidados do local ficaram a cargo da Polícia Militar de Goiás e dos peritos da Polícia Civil goiana (PCGO). 

Ainda segundo o tenente Gabriel Lins, pela distância percorrida, é provável que Gilberto estivesse em alta velocidade. “O carro saiu da pista, passou pela lateral da cabeceira, pegou na guia e caiu no rio. Não havia marcas de frenagem. Deve ter sido algo muito rápido”, completou. A PCGO não informou quando o laudo com a causa da morte será liberado.

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