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DEZ PRESOS FOGEM DE PRESÍDIO EM LUZIÂNIA (GO), NO ENTORNO DO DF

FUGA OCORRE NA MESMA SEMANA EM QUE TRÊS REBELIÕES FORAM REGISTRADAS EM OUTRA UNIDADE PRISIONAL DE GOIÁS, EM APARECIDA DE GOIÂNIA


Desestruturado e sem controle, o sistema penitenciário de Goiás continua registrando novas fugas. Depois de nove mortes e três rebeliões em sequência ocorridas no presídio de Aparecida de Goiânia, mais uma unidade prisional do estado voltou a registrar falhas graves na segurança. Pelo menos dez detentos do Centro de Inserção Social (CIS), em Luziânia, Entorno do DF, escaparam na tarde deste sábado (6/1).
Policiais militares do 10º Batalhão da Polícia Militar e da tropa de choque estão vasculhando a região tentando recapturar os presos. Até as 15h, apenas um dos internos foi localizado após quebrar a perna durante a fuga.  As equipes também estão cercando uma região de floresta que existe próxima ao presídio. Há informação de que boa parte dos foragidos tenha se escondido no matagal.
De acordo com fontes policiais ouvidas pelo Metrópoles, o CIS é apontado como um dos presídios mais inseguros do Entorno do DF. A última morte dentro do presídio ocorreu em 26 de setembro do ano passado. Everton Pereira de Jesus, de 26 anos, foi encontrado com as mãos amarradas e com um lençol em volta do pescoço dentro da cela que ocupava. Dois colegas confessaram o crime.

PRIMEIRA REBELIÃO


A fuga ocorre após três rebeliões no presídio de Aparecida de Goiânia. O primeiro motim ocorreu na tarde de 1º de janeiro deste ano. Conforme a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária de Goiás (SSPAP-GO), presos da ala C invadiram as alas A, B e D. A motivação dos ataques seria uma rixa entre grupos criminosos. Nove detentos morreram carbonizados – deles, dois foram decapitados –, 14 ficaram feridos e mais de 80 continuam foragidos.
A confusão ocorreu exatamente um ano após a rebelião no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. Na ocasião, mais de 60 detentos foram executados em um confronto entre as facções PCC e Família do Norte. O episódio deu início a uma crise penitenciária nacional, que culminou em rebeliões em Roraima e no Rio Grande do Norte, conforme o Metrópoles mostrou na reportagem especial “As faces das chacinas no cárcere”.
Também no primeiro dia de 2018, as autoridades de Goiás registraram início de revoltas em outras duas cidades do estado: Santa Helena e Rio Verde. Na terça-feira (2/1), dois servidores do sistema penitenciário foram assassinados a tiros em Anápolis (GO).
O Sindicato dos Servidores do Sistema de Execução Penal de Goiás (Sinsep-GO) chegou a alertar sobre a possibilidade de novos motins em outras unidades prisionais da região. Entre os presídios em risco, segundo a entidade, dois estão no Entorno do DF: o de Luziânia e o do Novo Gama.
A reportagem ainda não conseguiu contato com a Secretaria de Segurança Pública de Goiás.
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Para meditar: Esta palavra é digna de confiança: Se morremos com ele, com ele também viveremos; se perseveramos, com ele também reinaremos. Se o negamos, ele também nos negará; se somos infiéis, ele permanece fiel, pois não pode negar-se a si mesmo. (2 Timóteo 2:11-130
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Postado em: 06/01/18

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