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VÍDEOS-“EFEITO COLATERAL DA VIOLÊNCIA URBANA”. INFELIZMENTE, NA PRÁTICA, ASSIM PODE SER CLASSIFICADA A MORTE DO MOTORISTA BALEADO PELA PM/GO

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Certamente uma tragédia para ambos os lados, primeiro para o motorista que pode ser inocente e que foi brutalmente executado, e para o policial militar de Goiás que teria atirado no suspeito errado devido a um erro de comunicação entre a Polícia Militar de Brasília e a Polícia Militar de Goiás, e pela suposta desobediência do motorista que não parou mesmo estando cercado pela PM.



Enquanto o suspeito errado, que estava no Jetta morreu baleado, os verdadeiros pebas fugiram na Tucson roubada.

A tragédia aconteceu na tarde desta sexta-feira, 10/11, após a Tucson ser roubada em Brasília, os pebas vazaram pela rodovia BR-040 sentido Valparaíso de Goiás, localizado na região do Entorno.


Dois jovens num Jetta branco perseguiram a Tucson supostamente para tentar recuperar o veículo roubado. A movimentação em alta velocidade na BR-040 chamou atenção da PM de Brasília que iniciou a perseguição, e ao se aproximar da divisa do Estado de Goiás comunicou a PM goiana, que também entrou na perseguição.

A tragédia aconteceu no município de Valparaíso de Goiás que é separado pela rodovia BR-040, quando a PM de Goiás atirou contra o Jetta matando brutalmente o motorista, que ainda bateu em outro carro. Os pebas conseguiram escapar com a Tucson que posteriormente foi abandonada e recuperada pela PM.



Além do motorista Paulo Henrique que morreu no local, no Jetta estava um amigo que foi detido porque segundo a PM/GO, dentro do veículo foi encontrada uma pistola 6.35mm e um distintivo de agente penitenciário. O que chama atenção é que ele e o motorista que morreu não são agentes penitenciários e não possuem porte de arma, o que levanta dúvidas se realmente são inocentes ou se davam cobertura a Tucson roubada.

Segundo a PM de Goiás, o Jetta branco e a Tucson furaram diversos bloqueios feitos pelas polícias militares de Brasília e Goiás, por isso o policial decidiu atirar para pôr fim a perseguição.



A Polícia Civil já iniciou as investigações que vão apontar se os ocupantes do Jetta branco são realmente inocentes ou se davam cobertura para a Tucson roubada, e quem é o responsável pelos disparos que mataram o motorista Paulo Henrique.

O PM que estava arriscando a própria vida para dar segurança à população acabou se envolvendo numa situação bastante complicada para a sua vida pessoal e profissional. Ao término das investigações o delegado vai decidir se o PM responderá homicídio culposo, quando não há intenção de matar, ou por homicídio doloso, quando há intenção de matar.

O Jornalista Policial Mário Prata Netmídia destaca:

“Eu lamento o desfecho trágico da ocorrência.  Por um lado é muito triste ver a dor da Família do motorista Paulo Henrique que morreu dentro do Jetta. Se a versão do amigo que sobreviveu é verdadeira, eles erram ao perseguirem os pebas que estavam na Tucson. Lamentável erro mortal motivado pelo desejo de justiça e pela adrenalina típica dos jovens. Esse trabalho deve ser realizado somente pelo polícia que tem preparo e respaldo jurídico”

“Por outro lado é triste a dor do PM e da sua Família, que certamente estão sofrendo com o desfecho da ocorrência, e com as consequências que ainda virão para o profissional da segurança pública, que estava arriscando a própria vida para defender a população. Não digo pelo ponto de vista jurídico, mas, na prática, infelizmente, eu classifico o caso como “EFEITO COLATERAL DA VIOLÊNCIA URBANA.”
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