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A CASA CAIU! FIM DE FESTA PARA DETENTOS, VIGILANTES PENITENCIÁRIOS, SUPERVISOR DE SEGURANÇA E PARA O DIRETOR DO PRESÍDIO DE INHUMAS

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Goiás- A Polícia Civil de Inhumas remeteu ao Poder Judiciário o inquérito policial referente à Operação Cela Livre, que culminou no indiciamento de dez vigilantes penitenciários temporários, do supervisor de segurança do presídio local, Romeu Carlos Pereira Filho, e do diretor da unidade, Igor de Oliveira Filho, pela prática, em tese, dos crimes de peculato, prevaricação e favorecimento real.
Segundo o delegado Humberto Teófilo, responsável pelas investigações, Igor foi indiciado pelos referidos crimes porque, mesmo ciente dos supostos atos criminosos, não tomou qualquer providência, configurando assim sua omissão no dever de agir. O delegado pediu ainda o afastamento cautelar de todos servidores envolvidos, inclusive do diretor da unidade.
A operação Cela Livre foi deflagrada no dia 6 de setembro, e cumpriu diversos mandados de busca e apreensão nas residências de vigilantes penitenciários e nas dependências da unidade prisional, para averiguação sobre supostas festas irregulares que estariam sendo realizadas no local. Na oportunidade, também foi cumprida a decisão judicial que afastou quatro servidores públicos de suas funções.
Segundo o delegado Humberto Teófilo, as provas na fase pré-processual demonstraram indícios fortes da existência de festas com a ingestão de bebidas alcoólicas promovidas no interior da unidade prisional, tendo a participação de reeducandos da cela livre, que dirigiam viaturas, utilizavam aparelhos celulares, provocando também o desvio de bens públicos.
RELEMBRE O CASO

Policia Civil fez uma operação na quarta-feira (6/09/17)) para investigar a denúncia de que agentes prisionais temporários organizavam festas no presídio de Inhumas, na Região Metropolitana de Goiânia. Segundo as apurações, eram chamadas mulheres para participar dos churrascos e os detentos presos por estupro dirigiam os carros de polícia par comprar bebidas alcoólicas.

Durante a Operação Cela Livre foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão na casa de quatro agentes, dois homens e duas mulheres, e também no presídio. Foram encontradas munições deflagradas e apreendidos celulares dos servidores.
“Esses agentes organizavam as festas, churrascos, e usavam presos das chamadas celas livres, que é onde ficam os que respondem por estupro, para comprar bebidas. Há informações que, às vezes, os internos iam dirigindo as viaturas e o agente ia como passageiro. A suspeita é que isso acontecia pelo menos desde o início desse ano”, explicou o delegado Humberto Teófilo.

Na época, o G1 entrou em contato por e-mail e por telefone com a Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP) às 9h40 e aguarda um posicionamento sobre o caso.


A polícia informou ainda que durante as festas os agentes se relacionavam sexualmente entre eles e também havia o envolvimento de presos com outras mulheres. “Não sabemos ainda se são garotas de programa, se são mulheres dos presos, tudo isso ainda será apurado. Até agora o que temos é apenas que mulheres participavam das festas”, contou o delegado.

Teófilo explicou ainda que os quatro servidores foram afastados por ordem judicial. Agora, a polícia apura se houve o envolvimento de mais servidores e também a omissão da direção da unidade, permitindo que as irregularidades acontecessem.
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